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beija-flor

Não acorrento a emoção sentida.
Minha alma têm jardins, onde se aninham aves e passarinhos.
Habitando, entre tantos, um pequenino beija-flor,
Com sua amada, a fascinante rubra flor.

De lá, são libertos, para voarem ao mundo,
Perfumando os horizontes, cantando versos profundos:
De amores, sonhos, memórias alegres, quiçá tristes, porque não?
Quem não verteu lágrimas sofridas, no seu céu, por mais guerreiro?

Por isso, dou toda liberdade à emoção,
Que reluz em meu templo, acima do ceticismo da razão.
Comungando no púlpito, a poesia,
Que afaga e acalenta minh’ alma…

Que é pedra nativa, mas em evolução,
Constituída de fragmentos da divindade.
De onde voa uma águia, cheia de fé e perseverança,
Renovada para uma nova jornada, a cada nascer do sol.

Assim, peregrina, viaja na areia do tempo,
Com o peito aberto, revelando inspirações.
Aliviando o coração, todo o bem que a poesia trás.
Desideratos de paz.

Elias Akhenaton.

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